22.9.20

Fuga de Auschwitz

Fuga de Auschwitz || Disponível nas plataformas digitais
Crítica por Helen Nice

Imagem: Divulgação

Chegando às plataformas digitais mais um drama do diretor, roteirista e produtor Terry Lee Coker, conhecido por retratar o tema Holocausto e o campo de concentração de Auschwitz em: O guarda de Auschwitz (2018), O anjo de Auschwitz (2019). Temos agora sua mais recente produção, Fuga de Auschwitz (2020). Neste produção temos a história fictícia, inspirada em fatos (porém não reais) da luta e sofrimento de dois amigos para escapar do campo e mostrar ao mundo o que estava acontecendo lá dentro. No elenco temos: Elliot Cable (Elazar), Paul Joseph Bonnici (Levy), Alex Reece (Jonas), David Winfield (Gavriel) e Meyrena Enver (Yael). 

O filme tem uma apresentação bem peculiar, não se destaca em qualidade de montagem e fotografia, porém é mais uma opção para os interessados no tema, com uma visão além da tradicional visão do cinema americano. Aliás, a produção economizou no cenário e figurinos, os uniformes tanto nazistas, como dos prisioneiros deixa a desejar. Não espere um filme excepcional, mas vale conferir, levando em conta ser uma produção britânica independente e com baixo orçamento. "Escapar não liberta, o trabalho liberta!" 


Sinopse: Após uma tentativa de escapar da SS em 1938, Kazimierz Piechowsky é capturado na fronteira com a Hungria e mandado para a prisão de Auschwitz. Lá, é forçado a trabalhar no transporte de cadáveres das câmaras de gás para o crematório. Sofrendo e indignado por não receber ajuda externa, ele e alguns companheiros planejam fugir levando anotações sobre as atrocidades para revelar ao mundo. Essas evidências chegaram às mãos das autoridades em meados de 1944 e estas afirmaram já ter conhecimento dos fatos há pelo menos 2 anos e meio.

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