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X-Men: Fênix Negra

6.6.19

X-Men: Fênix Negra || Estreia em 6 de junho de 2019
Crítica: Helen Nice


Chega finalmente aos cinemas, nesta quinta feira, a tão esperada aventura dos X-Men: Fênix Negra. O filme que coloca um ponto final nesta fase dos heróis no cinema, chega carregado de controvérsias e expectativas. Esqueça tudo que você conhece das HQs e vá desprovido de pré conceitos ao cinema e talvez assim você encontre pontos positivos no filme e alguma diversão.

Tudo começa quando Jean Grey (Sophie Turner) é enviada a uma missão espacial e é contaminada com a energia da Fênix, uma entidade cósmica com grandes poderes. Jean terá que aprender a lidar com essa nova habilidade que a transforma no ser mais poderoso da galáxia. Ela também descobre que Charles Xavier (James McAvoy) omitiu fatos de seu passado escondendo segredos importantes de sua vida com a família natural. Jean, que foi uma criança especial com poderes não compreendidos pelos pais biológicos, em um momento de descontrole destes poderes causou um acidente que a tornou órfã. O que ela não sabe é que apenas sua mãe morreu e Xavier escondeu o fato de seu pai tê-la abandonado sob seus cuidados. Ao descobrir a mentira, um grande conflito interno se instala e isto coloca em xeque o papel de Xavier como líder dos X-Men.


A trama tem um roteiro regular escrito e dirigido por Simon Kinberg, mas se perde ao tentar explicar excessivamente os conflitos de Jean e convencê-la que há algo de bom em seu interior. Peca também ao explorar pouco o papel da vilã, deixando a narrativa arrastada e sem profundidade. Porém, devemos perceber que "o vilão" principal aqui é o próprio psicológico da Fênix, seus questionamentos, dramas e a tentativa de se conhecer e dominar seus poderes. Neste sentido tudo se encaixa perfeitamente. Os X-Men sempre foram os excluídos, os diferentes e não aceitáveis pela sociedade. Neste filme, cada mutante, Fera (Nicholas Hoult), Ciclope (Tye Sheridan), Noturno (Kod Smit-McPhee), Mística (Jennifer Lawrence) e mesmo Magneto (Michael Fassbender) enfrentam suas questões psicológicas.

As relações entre as personagens preenchem a história e talvez aí esteja a grande sacada de X-Men: Fênix Negra - não ser um filme de super herói. Os mutantes também tem fraquezas humanas e como tal, cometem erros e pagam por eles. As cenas de ação e os efeitos especiais são parte complementar neste emaranhado psicológico, embalados pela ótima trilha sonora assinada por Hans Zimmer. Nem sempre um adeus tem que ser espetacular! Assista, e tire suas próprias conclusões.

Um comentário:

  1. ah eu adoro a saga x-men, e gosto demais da personagem da Jean, com certeza quero assistir o filme!!

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