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26/11/2018

Hilda - 1ª temporada

Sabe quando você precisa de alguma coisa fofa para assistir e aliviar a cabeça? Foi com esse propósito que comecei a assistir a séria animada Hilda, da Netflix. A primeira temporada estreou em setembro com 13 episódios, e Hilda é uma animação canadense britânica baseada em uma HQ, de mesmo nome, do autor Luke Pearson. Inclusive ele esta à frente do projeto da Netflix também. A série fala da protagonista Hilda, uma garotinha que se muda do campo para a cidade. Ela vivia sozinha com a mãe e agora precisa lidar com os desafios que mudar traz. Tudo é novo, incluindo as amizades, ter que participar do clube de escoteiros que a mãe participou... e isso seria analisar de forma bem adulta, tirando toda a graça.

O universo que Hilda se passa é cheio de seres e criaturas mágicas falantes e isso como se fosse normal. Por viver sozinha durante muito tempo, ela tem facilidade de se relacionar com essas criaturas, que não são da sua cabeça e nem me parece que o autor queria fazer disso uma analogia. Na verdade, esses seres são representações de várias mitologias estrangeiras. Fiquei sabendo disso pesquisando na internet e encontrando várias curiosidades sobre a série. Esses seres são a graça da estória, porque são eles que fazem a Hilda entrar nas aventuras que vive ao longo dos episódios. Desses personagens o que mais gostei foi a corsa-raposa Túlio, que seria o cachorro dela.


Uma das coisas que eu mais me amei em Hilda foi a paleta de cores. São tons de azul e laranja que dão um ar de sonho, de universo mágico. O desenho também abusa dos tons pasteis e tem o traço muito delicado e fofo, isso deixa a experiência de assistir bem tranquila e relaxada. Acho que a proposta de uma menina descobrindo um novo mundo e superando seus medos casou muito bem com a delicadeza do visual. Descobri depois que no Spotify tem uma playlist da série que eu já estou escutando e amando. A pegada é bem de músicas que eu curto, mais alternativas e com uma batida marcante. A música de abertura foi feita especialmente para a série e durante os episódios é mais instrumental.

Se para adultos eu recomendo, para as crianças também é uma boa essa série por falar justamente de adaptação em um novo lugar. A Hilda tem medo de perder o que tem na floresta e não quer ir de jeito nenhum para a cidade. Quando ela chega lá, percebe que tem um novo mundo para ela conhecer, cheio de possibilidades e que ela não perde o que teve na floresta por se mudar. Então com as crianças é o mesmo principio, as mudanças trazem desafios a serem superados, mas essas mudanças não necessariamente significam coisas ruins. Em Trollburgo ela vive novas aventuras, se conecta mais com a mãe, faz novas amizades, descobre novas qualidades em si mesma participando do clube de escoteiros. Descobre uma nova Hilda sem perder a antiga.

Estou apaixonada pela série. São episódios de 20 min, mais ou menos, que eu me segurei para não ver todo de uma vez. A pg no twitter da série já avisou que terá uma segunda temporada e agora eu aguardo a Funko anunciar a sua edição dos personagens para ter todos na coleção. Quem ainda não deu uma chance para essa animação está perdendo tempo. Assista os primeiros episódios e tenho certeza que vai se apaixonar pela destemida Hilda e seus amigos.

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