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21/08/2018

3 motivos para ver: A sociedade literária e a Torta de casca de batata

Em agosto além de estrear Para todos os garotos que já amei, a Netflix também lançou outra adaptação literária A sociedade literária e a Torta de casca de batata, filme com a atriz Lily James. Assisti ao filme e listei três motivos para vocês não perderem!


1. Fala sobre livros

Não é só por ser uma adaptação literária, A sociedade literária e a Torta de casca de batata fala de livros também. A protagonista, Juliet Ashton, é escritora e conhece por acaso esse clube do livro, que nasceu para acobertar um evento ligado aos nazistas. Esse grupo de moradores de uma pequena ilha se reune para debater sobre livros e a Juliet aparece para escrever sobre eles para um jornal. Claro que o enredo tem mais do que isso, mas é só para ilustrar que o filme fala de escrita e obras literárias.

Tem um debate bastante interessante, que é quando a Juliet chega para conhecer os que fazem parte do clube e eles acabam falando sobre as Brontë. Quem seria melhor: Anne ou Charlotte? Eles falam sobre as obras e por que uma seria melhor do que a outra. Depois também tem uma personagem que cita O morro dos ventos uivante, fora outros romances que aparecem ao longo do filme.

2. Se passa durante Segunda Guerra Mundial

Quem gosta de filmes que se passam durante a Segunda Guerra Mundial vai gostar de A sociedade literária e a Torta de casca de batata. A invasão dos nazistas à pequena ilha de Guernsey fez com que esse grupo de moradores fundação o clube e também vai proporcionar o núcleo maior do filme. Um desses participantes acabou desaparecendo dutante a acupação e a Juliet se envolve em descobrir o que aconteceu. Fora os flashbacks de como esses moradores lidaram com essa invasão, tendo que oferecer suas comidas para os soldados, passando fome e outras necessidades.

Isso desencadeia anos de dificuldades para os moradores e mesmo o enredo se passando anos depois do fim da guerra, o vilarejo ainda sofre com as consequências da ocupação. Emprego escasso, as crianças foram separadas dos pais e voltam aos poucos ao normal, pessoas desapareceram e por aí vai.


3. É um romance tocante

A Juliet é uma escritora que quer mais da profissão, quer escever livros mais profundos e não os divertidos pelos quais ficou famosa. No momento em que o filme começa, ela está envolvida por um soldado americano, mas a gente percebe que não é bem o que ela quer. Quando vai encontrar o pessoal do clube do livro, Juliet acaba se envolvendo com Dawsey Adams, um dos participantes. Ele é um cara simples, que desperta o melhor de Juliet, uma vontade de se firmar como escritora de diversão, mas também com possibilidades de escrever livros mais sérios.

Sim, vai ter um triângulo amoroso e as coisas só vão se resolver bem no final, mas nem por isso eu achei ruim. Á medida que se conhecem, ambos amadurecem. Juliet com sua escrita e Dawsey com seus sentimentos. Eu achei o romance leve quando tinha que ser e dramático na medida certa.

*Também preciso comentar que fiquei apaixonada pelo figurino da Juliet. Roupas lindas, vintage e eu queria para mim.

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4 comentários:

  1. Motivos totalmente convincentes, já anotei aqui pra ler no fim de semana :D

    http://submersa-em-palavras.blogspot.com/

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  2. eu assisti esse filme no final de semana passado e ADOREI, é uma graça e falando sobre livros, ambientado na época da 2ª guerra, tudo isso é demais!

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  3. Oi Denise

    qse assisti a esse filme no finde, mas tá na minha lista da Netflix

    apesar de ter odiado O Morro dos ventos uivantes, fiquei curiosa em saber o que a personagem fala sobre ele!

    Bjooos
    muitospedacinhosdemim.blogspot.com.br

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