Valentina lança livro sobre a resistência polonesa

05/08/2016

A editora Valentina lança este mês o livro A cor da coragem, livro que relata a luta de um menino durante a resistência polonesa. O livro é baseado em relatos reais e o menino hoje é um senhor que ainda está vivo.

A cor da coragem 
A guerra de um menino: O diário de Julian Kulski na segunda guerra mundial - Julian Kulski


A cor da coragem tem tudo para se tornar um clássico como O Diário de Anne Frank, A Lista de Schindler e O Menino do Pijama Listrado. Uma obra inesquecível, um novo marco na historiografia sobre o nazismo e o holocausto, um raro e fascinante mergulho na Segunda Guerra Mundial pelo olhar de um menino soldado.

Sinopse:

“Afinal, o que fica para um homem, além da sua honra… e da coragem de viver por ela?”

Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polônia. É o início da Segunda Guerra Mundial. Em poucos dias, Varsóvia se rende aos alemães, soldados poloneses depõem suas armas, a cidade já é um amontoado de escombros. Julian Kulski é um menino polonês de apenas 10 anos de idade. Filho do vice-prefeito de Varsóvia, escoteiro ousado e entusiástico, ele tem a firme convicção de que deverá lutar contra o Invasor.

A cor da coragem é o diário de Julian Kulski, a história de seu amadurecimento durante os cinco anos da brutal ocupação alemã. Diferentemente do diário de Anne Frank, narrado a partir da sua clausura no esconderijo de um prédio em Amsterdã, o de Julian Kulski se passa nas ruas de Varsóvia, no front, no combate cara a cara com o inimigo, no infame Gueto onde se encontram seres humanos famintos, desesperados e doentes à mercê de todo tipo de tortura, do enforcamento, do fuzilamento, da câmara de gás...

“Este diário, escrito com o coração e pela mão de um adolescente, nos proporciona uma visão única e comovente da Segunda Guerra Mundial”. 
Julian Kulski Lech Walesa, Prêmio Nobel da Paz

Sobre o autor:

Julian E. Kulski, nascido em 1929, em Varsóvia, Polônia, é descendente de um rabino-chefe de Varsóvia no século XIX, Dov Beer Meisels, e de um rei da Polônia no século XVIII, Stanislaw Leszczynski. Depois da guerra, Kulski estudou arquitetura na Inglaterra e nos Estados Unidos, bacharelando-se em 1953 e concluindo seu mestrado em 1955 pela Universidade de Yale, e vindo a concluir o PhD em planejamento urbano em 1966, pelo Instituto de Tecnologia de Varsóvia Membro do comitê diretor da Fundação Kosciuszko, Kulski recebeu várias condecorações do governo polonês, entre elas a prestigiosa Cruz do Heroísmo, a Cruz de Comandante com Estrela da Ordem do Mérito, a Cruz de Prata do Mérito com Espadas, a Cruz do Exército Nacional, a Medalha do Exército Polonês (quatro vezes) e a Cruz do Levante de Varsóvia. Kulski vive com a esposa em Washington, D.C.

Extras:

Com Extras Digitais inéditos – filmes que o leitor poderá assistir escaneando um código QR ou simplesmente digitando uma URL – e repleto de centenas de fotos impressionantes e mapas, o livro apresenta, no final, uma lista com sugestões de temas a serem discutidos sobre a obra, seja em sala de aula, com seus amigos ou em família.

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