Seja Cult Entrevista: Amy Harmon

10/01/2016

Sei que as comemorações de aniversário estão atrasadas, em janeiro o site completa 4 anos e sem pc eu fico enrolada para organizar as promoções e fazer os ajustes necessários. As promoções vão sair, nem que seja em julho. kkkk

Mas eu não deixo de considerar uma comemoração quando o site consegue uma entrevista como uma autora tão incrível como a Amy Harmon, que está fazendo tanto sucesso por aqui com seus livros Beleza Perdida e Infinito + Um (cliquem nos títulos e confiram as resenhas).



Beleza Perdida foi o seu primeiro livro lançado por aqui e porquê A Bela e a Fera? O que te atrai mais nesse conto de fadas do que nos outros? 

Eu amo A Bela e a Fera porque ele é um conto de fadas sobre ver além do óbvio ou do exterior. Beleza Perdida é sobre a beleza em todas as suas formas e cada um dos personagens realmente exemplifica a beleza de alguma forma. 

Você acha que um dos pontos que fazem de Beleza Perdida um sucesso é porque as pessoas sentiram pelo Ambrose o que sentimos pela Fera do conto de fadas? Em um determinado ponto da leitura você deixa de ver o físico do personagem e passa a ver o sentimento, o que ele tem a oferecer a Fern.

Eu acho que as pessoas gostam da Fern, Ambrose e Bailey porque eles não são perfeitos. Eles não são os típicos heróis ou heroínas. Eles não são fisicamente bonitos ou no sentido tradicional. 

Bailey foi um personagem incrível, o melhor do livro para mim, e eu preciso perguntar: por que você decidiu dar o final que deu para ele? Foi de partir o coração. 

Foi de partir o coração, mas também foi um triunfo. Ele foi um herói, que era uma coisa que ele queria ser. Sua doença não o matou. Eu amei a sua coragem e comprometimento. 

Depois de Beleza Perdida veio Infinito + Um, lançado em dezembro. Tinha tudo para ser um livro clichê: um bad boy com uma garota famosa, mas os personagens são tão ricos e o encaixe interessante, que a estória se tornou única. 

Toda estória pode ser clichê. O trabalho de um autor é criar personagens completos, originais e que se relacionem com os leitores. Eu acho que Bonnie e Finn são muito especiais. 

Qual dos dois veio primeiro: Bonnie e Clyde ou Bonnie Rae Shelby e Finn Clyde? 

Bonnie e Clyde inspirou Bonnie Rae e Finn Clyde. 

A música tem uma relação especial com a sua escrita ou isso foi especifico para esse livro? Me refiro a música de sua autoria em Infinito + Um. 

Quase todos os meus livros têm um elemento musical. Eu amo música e para mim, ela e as palavras andam de mãos dadas. 

Na sua página oficial você disse que não tem nenhum livro seu sendo adaptado para o cinema, mas Infinito + Um é um roteiro de filme. As cenas, a atmosfera que envolve o enredo grita filme. Passou essa possibilidade na sua cabeça enquanto escrevia o livro ou em algum momento depois? 

Há algum tempo saiu um filme com um enredo muito semelhante a Infinito + Um. Eu fiquei um pouco chateada com isso, porque Infinito + Um teria sido um filme tão maravilhoso... 

Em Infinito + Um você faz um agradecimento aos blogueiros que participaram do processo de publicar o livro. Sendo blogueira, eu não poderia deixar de perguntar sobre a participação, ou importância, dos blogueiros nesse processo? 

Eu aprecio todos que leem meus livros. Eu tive alguns grandes blogs que realmente abraçaram o meu trabalho e divulgaram pelos quatro cantos. Vilma's Book Blog, Natasha is a Book Junkie, Totally Booked, Aestas, só para citar alguns dos EUA, Reino Unido e Austrália. 

Quando li seus dois livros, achei que encontraria semelhanças entre personagens, estilo de escrita ou enredo. Mas isso não aconteceu. De um jeito ótimo, me pareceu duas escritoras diferentes e com isso fui surpreendida com duas histórias que em nada se parecem. 

Eu acho que as estórias são apenas diferentes. Se um escritor narra uma estória diferente, com outro tipo de personagem, a entrega vai ser diferente. As vozes dos personagens mudam, então a voz do livro muda também. 

Para finalizar, a editora que lança seus livros por aqui comprou os direitos de Running Barefoot e A Different Blue. O que podemos esperar dessas novas estórias?

São livros que mexem com o coração e possuem profundidade. Os personagens são ricos e suas vidas interessantes. Eu acho que o Brasil vai amar Running Barefoot e A Different Blue. 


*Perguntas bônus: Algum desses livros tem continuação? 

Running Barefoot tem duas continuações, The Law of Moses e The Song of David, que (ainda) não foram adquiridos pela minha editora do Brasil. Os personagens de Running Barefoot aparecem em The Law of Moses.


Deixo aqui registrado o meu agradecimento a Amy Harmon por disponibilizar uma parte do seu tempo para responder as perguntas do site!!!

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