Geração Editorial lança nova edição do clássico O Pequeno Príncipe

06/03/2015

Acho que você já devem ter visto no insta do site, @dnisin, que recebi uma edição linda de O pequeno Príncipe da Geração Editorial, pois então, hoje trago o release certinho do livro e mais dois lançamentos de março da editora.


Nas versões luxo (capa branca), pocket (capa azul) e e-book, nova edição conta com tradução de Frei Betto e apêndice sobre vida e obra do autor 

 A Geração Editorial orgulha-se de apresentar uma nova versão de um clássico da literatura mundial, a maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e a Bíblia, chega agora ao Brasil em nova edição, completa, com tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor. O livro chega ao mercado na versão pocket (R$ 14,90), luxo com capa dura (R$ 29,90) e e-book (R$ 4,90).

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.

Sobre o autor:

Antoine, ou melhor, Jean‑Baptiste Marie Roger Pierre de Saint‑Exupery, nasceu em 1900, na cidade de Lyon. Seu pai era o conde Jean de Saint‑Exupery, e sua mãe, a doce Marie Foscolome, também de origem nobre. O patriarca morreu precocemente num acidente ferroviário e Marie tomou para si a responsabilidade de educar os quatro filhos: Marie -Madeleine, Simone, Gabrielle, Antoine e François. É no castelo Saint -Maurice de Rémens, rodeado de uma floresta de pinheiros negros, que Antoine e seus irmãos irão crescer.

Ao completar 17 anos, Antoine já tinha passado por diversas escolas, nas quais ganhou a fama de distraído. Sua inteligência e criatividade, porém, são incontestáveis. Incerto quanto ao futuro, Antoine tenta entrar na escola naval, mas é recusado. Curiosamente, sua nota em redação foi muito baixa. O tema? “Impressões de um soldado voltando da guerra”. Reza a lenda que ele escreveu na folha de resposta: “Eu não fui à guerra, então acho que não posso falar nada ‘fingido’”.

Em 1921, é chamado para a Força Aérea da França, mas devido a seu conhecimento em mecânica, fica no solo, consertando os aviões, o que lhe causa grande decepção. Resolve, então, fazer um curso sério de aviação por conta própria. Tudo certinho, como manda o figurino, mas Saint-Exupéry é um jovem impaciente. Na primeira oportunidade, enfastiado das explicações teóricas, aproveita um minuto de distração do instrutor e decola sozinho. O teimoso piloto faz uma aterrissagem aos solavancos. A cabine começa a pegar fogo, a fumaça negra sobe. Mas Saint‑Exupery, milagrosamente, está são e salvo, orgulhoso, mas encrencado. Vai passar duas semanas na prisão. Consegue seu brevê de piloto no ano seguinte, mesma época em que é dispensado do exército, com a patente de subtenente.

Antoine de Saint‑Exupery além do clássico O Pequeno Príncipe escreveu também: L’Aviateur (O aviador) – 1926 , Courrier sud (Correio do Sul) – 1929, Vol de nuit (Voo Noturno) – 1931, Terre des hommes (Terra dos Homens) – 1939, Pilote de guerre (Piloto de Guerra) – 1942, Lettre à un otage (Carta a um refém) – 1943/1944 e Citadelle (Cidadela) – 1948

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Livro da Geração revela tudo sobre “O caso Pedrinho” 

Nos treze anos do reencontro do menino com a família biológica, o repórter especial Renato Alves, Prêmio Esso, recupera os bastidores dessa história real que parece ficção, desde o sequestro do garoto até a sua volta para casa 

A história de Pedro Rosalino Braule Pinto, o Pedrinho, daria uma novela ou um romance. Levado dos braços da mãe, em janeiro de 1986, de uma maternidade em Brasília, o adolescente é localizado quase dezessete anos depois, em Goiânia, vivendo com outra família e com outro nome. Logo depois exame de DNA mostra que na casa, também registrada como filha legítima, vive Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva, sequestrada havia mais de 23 anos. A Geração Editorial acaba de lançar o livro reportagem O caso Pedrinho, escrito pelo repórter especial Renato Alves, em que ele revela tudo sobre essa história real que parece ficção. 

A protagonista deste enredo é Vilma Martins, ex-cabeleireira, ex-empresária, ex-dona de bordel, mãe de criação de Pedrinho e Aparecida, presa e condenada a 15 anos e nove meses de prisão por subtração de menor, registro falso e falsificação de documentos. 

O objetivo de Vilma, uma mulher muito bonita, era garantir marido e ter vida de madame. Para isso ela sequestrou os dois recém-nascidos, forjou gravidez, mentiu, aplicou golpes e abalou famílias. Nesse livro Renato Alves mostra as entranhas da investigação policial, da longa cobertura jornalística e acompanha de perto o drama das famílias envolvidas e os processos do caso que mobilizou e emocionou o país. 

O caso Pedrinho é, ao mesmo tempo, uma história de muito sofrimento e também de perseverança e amor. De pais e mães que, contra todas as probabilidades, apostam no reencontro com os filhos roubados. Gente que acredita em milagres. No caso de Jayro e Maria Auxiliadora, pais de Pedrinho, o milagre aconteceu há dez anos, em novembro de 2002. Apesar dos vários alarmes falsos, a certeza de Maria Auxiliadora de reencontrar o menino era tanta, que ela escreveu uma espécie de diário sobre os momentos mais importantes da família para o filho ler quando voltasse. 

Durante meses, no convívio estreito com famílias, vítimas, testemunhas, advogados, policiais e delegados, o repórter Renato Alves acumulou informações, segredos, fez descobertas e, desde esse lugar especial, das entranhas do caso, narra, de maneira simples e emocionante, esta história tão complexa, cheia de idas e vindas. Conta as alegrias da família quando da volta do filho, o primeiro almoço, a primeira carta do rapaz para a mãe biológica no Dia da Mães, o primeiro Dia dos Pais… E também do reencontro de Aparecida Fernanda com sua mãe biológica, Maria Francisca Ribeiro da Silva, e irmãos. Além das muitas estripulias de Vilma na prisão. 

Quando Vilma é presa e condenada, sua família, construída de forma nebulosa, começa a se desfazer, Pedrinho deixa a casa, assim como duas das suas quatro irmãs adotivas e a sobrinha. Aparecida Fernanda, registrada como Roberta Jamilly, permanece perto da mãe adotiva. O rapaz não abandona a antiga família nem os amigos, mas vai viver com os Braule Pinto. E em Brasília, com os pais, as duas irmãs e o irmão, ele muda de nome e reconstrói sua vida. 

Quase uma década depois, Renato Alves procura a família Braule Pinto, faz novas entrevistas para contar O caso Pedrinho, que pode ser lido como uma história real, como o relato dos bastidores de uma longa cobertura jornalística, como um grande caso judicial, ou como um romance. O que mudou na vida das famílias, como elas se reorganizaram, como estão Pedrinho, Roberta, e seus pais? Pedrinho, advogado, casado, espera o primeiro filho. É a vida que segue sua marcha. O caso Pedrinho é um livro que vai interessar a jornalistas e estudantes de Jornalismo, advogados e alunos de Direito, psicólogos e alunos de Psicologia, ou simplesmente a quem gosta de uma boa história. 

Sobre o autor: 

Mineiro de Sete Lagoas, repórter do Correio Braziliense há mais de uma década, Renato Alves ganhou os prêmios Esso e Embratel e participou de coberturas internacionais, como a do terremoto que devastou o Haiti e da Copa do Mundo na África do Sul, ambos em 2010.

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Livro infantil fala sobre bullying e acessibilidade para crianças 

A história de Chiquinho, personagem de “O Ratinho do Violão” (Geração Editorial, 32 págs., R$ 29,90), novo livro da escritora mineira Marta Reis, é uma história que se repete com milhares de crianças e adolescentes pelo mundo: os traumas e sofrimentos causados pelo bullying. 

De origem inglesa, bully, o termo bullying significa valentão ou brigão. Ainda sem uma denominação equivalente em português, a palavra é usada para falar de opressão, tirania e humilhação contra o outro, principalmente na infância e adolescência, mas há também casos de bullying na fase adulta. 

“Leciono há mais de vinte anos, para adolescentes entre onze e quinze anos. Como se sabe, esta é a idade mais difícil, já que são muitas as mudanças pelas quais estes meninos e meninas estão passando. A prática do bullying costuma ser muito acentuada nesta idade”, afirma Marta.

A autora conta que ao escrever o livro, não se baseou em um caso específico, mas em várias situações que presencia todos os dias em escolas: as questões do bullying e da inclusão. “Chiquinho tem dificuldade de locomoção e, para ir para a sala de aula, tinha que subir uma escada. Pense bem: se fosse uma escola melhor adaptada, teria uma rampa para alunos iguais a ele, ou então, uma sala no andar de baixo.”, diz a autora. 

Chiquinho é um menino muito bacana, do bem, que toca violão, mas que tem dificuldade de locomoção e, por este motivo, acaba sofrendo uma série de assédios por parte dos colegas. Após um episódio em que ele cai na escada e fica muito envergonhado e com medo pela zombaria dos colegas, ele começa a se isolar até transformar-se em um ratinho e passa a viver dentro de seu violão. 

O Ratinho do Violão é um texto sensível, lúdico, que envolve o leitor na trama psicológica vivida pelo personagem. O livro, ilustrado por Thais Linhares, tem leitores de um público diverso, e vem emocionando crianças e adultos. Marta afirma que o livro pode ajudar na formação de pessoas mais conscientes que saibam tratar o outro com mais respeito e generosidade. “Afinal de contas respeito e generosidade são pilares fundamentais para a construção de uma sociedade melhor e mais justa para todos.”, finaliza. 

Sobre a autora:

Marta Reis é professora e escritora.Também é poetisa e contista premiada, com publicações no Brasil e exterior. Atualmente, escreve para crianças, o que considera uma experiência deliciosa. O ratinho do violão é seu segundo livro infantojuvenil. Como poetisa integra a Associação Internacional Poetas Del Mundo e o Pasárgada – Movimento de Arte e Vida. Ainda é Embaixadora Universal da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix Suisse/France. 

Sobre a ilustradora:

 Thais Linhares é ilustradora e escritora.Estudou no Senai e na UFRJ. É apaixonada por música e participou do coral da Escola Nacional de Música. Tentou aprender a tocar violão com o seu primo José e a tocar piano com uma professora francesa. Mas, como não tem o talento do Chiquinho e só sabe tocar teclado de computador, optou por colocar a música no papel com cores e traços. Já morou com uma ratinha chamada Nezumi, que gostava de ler os jornais antes de dormir.

Um comentário:

  1. só lançamento top, eu curti demais as apostas da editora para o mês todo
    nunca li o pequeno principe, mas esta edição esta para me fazer suspirar
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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