Editora Bertrand Brasil lança Escândalos privados de Nora Roberts

02/06/2014

E editora Bertrand traz mais um livro da autora Nora Roberts pra gente, que já é considerado um dos cinco melhores livros da autora. Destaque também para a continuação de Nós, os Deus do Bernard Werber (que eu to louca pra ler) e para o novo livro do Carpinejar. Seguem outros lançamentos.



Escândalos privados, história de mistério com o toque de romance característico de Nora Roberts, chega às livrarias provando que um thriller pode manter o suspense por quase 600 páginas e ainda surpreender o leitor no último parágrafo. Com personagens bem-elaborados e cenas marcantes, e após figurar no primeiro lugar das principais listas de mais vendidos dos Estados Unidos e Grã-Bretanha, a obra, segundo a crítica especializada, é entretenimento de primeira qualidade.

Quando lançado, o fã-clube oficial da autora, logo corroborado por milhares de admiradores, considerou-o um dos cinco melhores títulos já produzidos por Nora. Em seguida, a crítica endossou tal opinião, publicando diversos elogios e dando grande destaque ao lançamento.

Deanna Reynolds tinha sua vida planejada: começaria trabalhando em uma pequena emissora de TV em Chicago e, em alguns anos, se tornaria uma famosa apresentadora. E ela parece estar no caminho certo, principalmente porque uma estrela da televisão, a geniosa Angela Perkins, decide ser sua mentora. O que Deanna não suspeita, porém, é que Angela não é nada ingênua, e que ultrapassa todos os limites para boicotar a popularidade de sua pupila.

Escândalos privados é um romance cativante, que leva o leitor para os bastidores da TV e revela os sonhos ambiciosos de uma jovem jornalista – e as obsessões sombrias que ameaçam destruir tudo pelo que ela lutou.


“Uma leitura divertidíssima!” 
(Publishers Weekly)

“A incomparável Nora Roberts conseguiu mais uma vez! Vibrante, admirável e eletrizante.” 
(Romantic Times) 

Nora Roberts é ganhadora de dezenas de prêmios e a primeira escritora a fazer parte do hall da fama do Romance Writers of America, tendo uma legião de fãs no mundo todo. Seus livros já alcançaram a marca recorde de 680 milhões de exemplares vendidos, foram traduzidos para mais de quarenta idiomas e permaneceram, somados, quase mil semanas na lista de mais vendidos do The New York Times – dessas, quase duzentas no primeiro lugar.

Trecho do livro:

 “— Eu já vi este filme. Eu diria que já vimos todos. — Finn se virou e seguiu em direção à porta. Ele estava quase do outro lado da sala quando ela se lançou aos seus pés.
 — Não! Não me deixe! — Soluçando, agarrou-se às pernas dele. A rejeição deixou-a despedaçada, trazendo medo e dor. Como sempre fez. Como sempre faria. — Desculpe! — E ela falava muito sério naquele momento. Isso só piorou as coisas. — Desculpe! Por favor, não me deixe.
— Pelo amor de Deus, Angela. — Movido por compaixão e revolta, ele a pôs em pé. — Não faça isso.
— Eu amo você. Eu amo tanto você. — Com os braços entrelaçados em torno do pescoço de Finn, ela chorou no ombro dele. O amor era tão real quanto sua fúria de antes, tão inconstante e tão caprichoso.
 — Se achasse que você está falando sério, eu sentiria pena de nós dois. — Ele a afastou e deu-lhe uma sacudida rápida. Lágrimas. Para ele, as lágrimas sempre eram a arma mais poderosa e secreta das mulheres. — Pare com isso! Que droga! Você acha que eu conseguiria dormir com você de vez em quando por três meses e não saber quando está me manipulando? Você não me ama, e só me quer porque estou indo embora. [...]

Deanna afastou-se da mesa onde apresentava o noticiário, desceu o degrau e atravessou o estúdio em meio aos cabos que serpenteavam pelo chão. Antes que ela pudesse cumprimentar sua convidada do dia, Finn se pôs na frente dela. — Você está melhor do que eu me lembrava. — Sério? — perguntou ela, dando um puxão rápido na bainha de sua jaqueta. — Bem, com um elogio como esse, já posso morrer feliz. — Foi só uma observação. — Curioso, ele passou os dedos em volta do braço dela para segurá-la onde ela estava. — Não posso dizer o que penso sobre você.” (p. 94-98)


Christian Jacq, um dos um dos autores franceses mais importantes da atualidade, conhecido por séries bestsellers, como Ramsés e Mozart, traduzidas em mais de 30 idiomas e presentes nas mais importantes listas de mais vendidos do planeta, apresenta seu mais novo livro de não ficção: A viagem iniciática ou os 33 graus da sabedoria. 

Este livro é um depoimento sobre uma iniciação vivida nos dias de hoje no Ocidente e sobre o caminho que conduz a uma sabedoria, a uma plenitude, a uma harmonia que todos buscam em si mesmos e à sua volta. Jacq conta no livro o diálogo com um Mestre de Obras que, devido a seus antepassados, conhece um ritual e seus valores iniciáticos. O encontro entre os dois ocorreu às portas da catedral de Metz, na França. 

As esculturas romanas trazem ao homem uma mensagem espiritual. As da catedral de Metz ilustram os trinta e três graus da sabedoria que levam ao conhecimento. Da semente ao fruto, da árvore seca à árvore florida, o caminho é longo e, muitas vezes, perigoso. Contudo, passando por provas e desafios, ele conduz ao autoconhecimento e à realização. 

Diante dos obstáculos à sabedoria, como má vontade, avareza, idolatria, egoísmo, covardia e orgulho, o iniciado deverá, por meio de forças espirituais, adquirir as grandes virtudes pessoais, por exemplo, as inteligências receptiva e ativa e a tolerância. No fim, Christian Jacq mostra que a essência do ser permanece a mesma, o que muda é o olhar do iniciado em relação ao mundo. 

Talvez nunca se tenha falado com tanta precisão dos trinta e três graus da sabedoria. Se o mestre que concebeu esta mensagem a colocou diante do olhar de todos aqueles que souberem ver, não foi por acaso. Jacq convida o leitor para um encontro mágico com um autêntico Mestre de Obra, confiando a ele a espiritualidade eterna na sua forma medieval. 

Christian Jacq nasceu em Paris, em 1947. É um renomado egiptólogo, doutor em Estudos Egípcios pela Universidade de Sorbonne e autor de dezenas de livros sobre o assunto, entre trabalhos acadêmicos e livros de ficção. Aclamado por público e crítica, Jacq ganhou notoriedade com a série Ramsés, lançada pela Bertrand Brasil, que também publicou O Egito dos grandes faraós, obra premiada pela Academia Francesa. Do autor, foram lançadas também no Brasil as séries Mozart, Os Mistérios de Osíris, A Pedra de Luz e A Rainha Liberdade. 

Trecho do livro: 

“Se o homem se limitar a passar pela vida, ao sabor das próprias paixões e reações, chegará o dia em que os fantasmas serão opressivos demais. Ele não será mais capaz de passar por transformações, já que desprezou os símbolos. Acaba fugindo de si mesmo e não sente mais nenhuma comunhão com o universo nem com o próximo. Para evitar a insuportável tensão nascida do vazio interior, decide eliminar o “instrumento” mais precioso: a sua própria consciência. Torna-se o mau operário que quebra a sua ferramenta de trabalho. Faz da espada a arma da morte. E acha que, assim, será possível destruir a parcela divina que lhe apresentava muitas perguntas insolúveis.” (p. 30)


Depois de títulos que refletiam momentos de sua vida pessoal, em Me ajude a chorar, Carpinejar, pela primeira vez, une textos sem um tema central. São crônicas com assuntos variados, mas com uma singularidade: a melancolia e a tristeza. Sempre, obviamente, com a ironia característica. Um livro com sentimentos. Um livro à flor do osso.

Carpinejar mostra a sua mais intensa fragilidade, provando que, na verdade, nesta terapia ou catarse literária, todos devem ser muito felizes para suportar a tristeza verdadeira.

Me ajude a chorar vai emocionar o leitor de maneira única. Dessa vez, Fabrício não fala a respeito de separação e relacionamentos, mas de temas mais gerais, mais coletivos, que buscam focar também em tragédias mínimas e pessoais, como o caso de uma senhora que estava para perder o marido e só desejava mais uma noite de conchinha com ele. Ela trocaria tudo na vida dela por esta noite.

Constam na obra dois textos que ficaram famosos quando publicados: o escrito em homenagem às vítimas de Santa Maria (RS), que inclusive foi capa em diversos jornais, como O Estado de S. Paulo, e aquele sobre o acidente aéreo de 2007 em Congonhas (SP).


“Me ajude a chorar diz que você não está sozinho, nunca esteve, jamais estará. As páginas do livro são braços abertos. Este livro é meu abraço.” (Carpinejar) 

Os demais livros de crônica do autor são: O amor esquece de começar, Canalha!, Mulher perdigueira, Borralheiro, Ai meu Deus, Ai meu Jesus e Espero alguém.


"Em dias que não estão muito fáceis, procuro um pouco de leveza e de humor lendo as crônicas de amor e sexo de Carpinejar." (José Castello, em O Globo) 

“Uma tremenda reputação precede o poeta gaúcho Fabrício Carpinejar aonde quer que ele vá: a de que sabe seduzir com as palavras.” (Guia da Folha)

Caracterizado por Luis Fernando Verissimo como "usina de lirismo", Fabrício Carpinejar chama atenção pela prosa absolutamente desconcertante e confessional. Poeta, cronista, jornalista e professor, 41 anos, natural de Caxias do Sul (RS) e radicado em Porto Alegre, é autor de vinte e seis livros e já recebeu os principais prêmios literários do país, como Jabuti, APCA e Olavo Bilac. Atua como apresentador da TV Gazeta, da TVCOM e da RBSTV, é comentarista da Rádio Gaúcha e colunista do jornal Zero Hora e das revistas Pais & Filhos e Isto É Gente.


www.facebook.com/carpinejar 
@carpinejar - twitter 
@fabriciocarpinejar - instagram 
carpinejar@terra.com.br 

Trecho do livro: 

“Sobrevivi à traição de amigos.
Sobrevivi às drogas para ser aceito na roda dos adultos.
Sobrevivi à briga de rua.
Sobrevivi a uma tentativa de suicídio na adolescência.
Sobrevivi a enterros de jovens colegas.
Sobrevivi a três acidentes de carro.
Sobrevivi a quatro separações.
Sobrevivi ao vício do cigarro.
Sobrevivi a dois assaltos a mão armada.
Sobrevivi a várias demissões.
Sobrevivi ao distanciamento de meus dois irmãos amados.
Sobrevivi, vou sobreviver, mesmo que não acredite na hora.” (p. 37)


Autora do livro Sou louca por você, que conquistou o coração das mulheres em 2010, Federica Bosco apresenta O amor não é para mim, o novo e divertido capítulo na vida da protagonista Monica. A autora é hoje uma das mais importantes do gênero na Itália, com mais de 500 mil exemplares vendidos na Europa.

Monica está de partida para a Escócia, onde seu namorado Edgar a espera. Todos os seus sonhos estão prestes a se realizar: vai viver com o homem que ama, seu livro será publicado e a perspectiva de uma nova carreira a deixa bastante empolgada.

Mas, de repente, tudo ameaça ruir: a cidadezinha onde vai morar fica no meio do nada e o novo emprego em um jornal local não é nada interessante. Além disso, a convivência evidencia os “pequenos defeitos” de Edgar, o relacionamento com a sogra é turbulento e, de vez em quando, David, uma antiga paixão, manda mensagens sedutoras.

Conseguirá Monica finalmente encontrar o equilíbrio e reconquistar a felicidade? Em O amor não é para mim, Federica explora toda a sua irreverente e saborosa ironia, elaborando um romance leve e comovente sobre os sentimentos e desejos das jovens mulheres – pelo menos daquelas que não param de sonhar com o grande amor.


“É possível encontrar um mar de felicidade se os parentes remam contra? Federica Bosco jura que sim.” (Cosmopolitan) 

“Uma história emocionante sobre pessoas que não se cansam de sonhar.” 
(La Repubblica) 

Federica Bosco vive em Florença. É escritora e roteirista, mas já trabalhou como animadora turística por cinco anos ao redor do mundo. Perdidamente apaixonada pelos Estados Unidos, adora TV, cinema e fofoca. Sonha ficar rica e famosa, e seus livros já foram traduzidos em diversos países e já venderam mais de 400 mil exemplares. Seu romance de estreia, Sou louca por você, publicado pela Bertrand Brasil, foi um sucesso fantástico de público e crítica, e a história continua em O amor não é para mim, segundo volume da trilogia A Aventura Sentimental de Monica, que se encerra com O amor me persegue. Para mais informações: www.federicabosco.com

Trecho do livro: 

“Durante a viagem de volta, continuo a ruminar e chego em casa decidida a procurar alguma pista. Não deveria, sei muito bem que não deveria, mas preciso entender quem era essa mulher e o que tinha de especial. Então, por onde começariam os detetives Benson e Stabler de Law and Order? Pela estante giratória? Teto com fundo falso? Alçapão? Tenho que procurar as fotografias; aliás, primeiro preciso abrir uma garrafa de vinho, pôr uma música, acender todas as luzes, a lareira, fazer um misto-quente com maionese e presunto defumado, colocar o pijama de lã comportado, as pantufas forradas em forma de alce e depois procurar as fotografias.

Infelizmente, como sempre, não consigo parar no primeiro copo, continuando até o terceiro (será que também sou supersticiosa?), e por isso começo a trabalhar só às onze. Não preciso procurar muito, porque dou um tiro certeiro abrindo a caixa lacrada, escondida atrás de uma pilha de livros velhos e roupas usadas, em uma portinha secreta embaixo da escada. Bingo! Fotos e cartas.” (p. 156)


Conhecido mundialmente pela série best-seller O Império das Formigas, que vendeu mais de um milhão de cópias somente na França, Bernard Werber apresenta o segundo volume de O Ciclo dos Deuses. Neste segundo volume, O sopro dos Deuses, o autor dá sequência à sua viagem por um mundo divino de fantasia, repleto de suspense e imaginação, onde propõe uma emocionante reflexão filosófica sobre a história humana e o significado da vida. 

No início, quando chegaram à cidade de Olímpia e foram aprovados na categoria de anjos da guarda, os alunos-deuses eram 144. Agora, esse número está reduzido quase pela metade. Ao longo do jogo em que precisam fazer evoluir seus próprios humanos – e ao fim do qual somente um aluno sairá vencedor –, muitos já foram eliminados e transformados em seres mitológicos. Diante desses perigos, Michael Pinson tenta sobreviver e impedir a extinção de seu povo. 

Para piorar, Michael também tem outras preocupações: apaixonado por Afrodite, ele descobre detalhes sobre o passado da deusa do Amor que o fazem repensar seus sentimentos e acabam por envolvê-lo em um perigoso triângulo amoroso. 

Uma história em que os leitores aprenderão, de forma divertida, sobre mitologia e, além disso, sobre história geral. Por meio do narrador, Werber apresenta uma releitura de episódios importantes da humanidade, descrevendo-os sem citá-los diretamente. Na verdade, ele fornece dicas para que os leitores possam interpretá-los e descobrirem sozinhos do que se trata. Escritor francês mais lido em todo o mundo, com todos os seus livros elogiados pela imprensa do seu país. Traduzido para mais de 25 idiomas e com mais de 20 milhões de exemplares vendidos no planeta, o autor foi adotado em escolas e universidades de diversos países. 

 “O extraordinário romance de Bernard Werber convida os leitores para um mundo altamente criativo.” (Publishers Weekly) 

Primeiro volume: Nós, os Deuses 
Próximo título: O mistério dos Deuses 

Bernard Werber começou a estudar jornalismo em 1982, quando, então, descobriu o escritor Philip K. Dick. Entre 1983 e 1990, trabalhou como jornalista para a revista científica Nouvel Observateur enquanto começava a escrever seus romances. Em 1991, publicou seu livro de estreia, As formigas. O sucesso foi imediato: mais de 1 milhão de exemplares vendidos somente na França. Isso o impulsionou a publicar mais dois volumes – O dia das formigas e A revolução das formigas – e formar uma trilogia, publicada pela Bertrand Brasil. O sopro dos Deuses é o seu quinto lançamento no Brasil, e o segundo volume da trilogia O Ciclo dos Deuses. Para saber mais sobre o autor, acesse www.bernardwerber.com 

Trecho do livro:

“Apaixonara-me por Afrodite, e ela me traiu. Apoiava-me em meu mentor Edmond Wells, que foi eliminado por Atlas. Até Marilyn, tão bonita e a mais meiga de todos nós, caiu sob os golpes de um assassino. Eu me sentia bem só, perdido em Aeden. 
Nem mesmo o deicida me interessava. Que me acertasse e terminasse logo com isso. Eu não era um bom aluno-deus. Esmerava-me com meu povo para me comportar bem e, no final, para qual resultado? 
Olhei de novo a montanha. Quem estava lá em cima? 
Seria o SEU olho o que vimos surgir no horizonte? 
Por que o interessávamos? 
Hipóteses surgiram espontaneamente: e se ele nos admira?
E se, lá no alto, um deus cínico ou cansado se distrai, vendo se esbaforir e arriscar aqueles que tentam imitá-lo ou alcançá-lo? Nesse caso, o olho seria como o olho de um humano que também pode parecer enorme, aproximando-se para observar hamsters em sua gaiola... 
Outra hipótese se encadeou. 
E se estivéssemos no inferno? E se a finalidade do jogo fosse a de nos torturar em fogo brando, nos fazendo crer que podemos influir no curso das coisas enquanto, na verdade, nada podemos? Ser deus talvez fosse uma punição para almas arrogantes.” (p. 113)


Descrito pelo Daily Mail como o melhor contador de histórias da atualidade, Jeffrey Archer é um daqueles autores que ao lançar uma obra todos já imaginem o que vai acontecer: alvoroço nas livrarias e primeiro lugar em todas as listas. Com Prisioneiro da sorte não foi diferente, tendo recebido ainda críticas positivas nos principais veículos de comunicação da Grã- Bretanha. O autor possui mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e em mais de 37 idiomas. 

Quando Danny Cartwright sai para comemorar seu noivado com Beth Wilson e o irmão dela, Bernie, que também é seu melhor amigo, ele não imagina o que está prestes a acontecer. Se tivesse pedido a namorada em casamento um dia antes, ou um dia depois, Danny não teria sido preso e acusado pelo assassinato do próprio cunhado. Mas quem acreditará na sua versão dos acontecimentos quando as testemunhas de acusação são um advogado criminal, um ator famoso, um aristocrata e um empresário bem- sucedido? 

Condenado a 22 anos de prisão e mandado para o presídio mais seguro da Inglaterra, ele contará com a ajuda de Beth para iniciar uma busca implacável por justiça, obrigando os quatro inimigos que o condenaram a lutar pela própria sobrevivência. 

Assim se desenvolve o eletrizante Prisioneiro da sorte, com um elenco de personagens que acompanhará o leitor mesmo depois de a última página do livro ter sido virada. E, como se não bastasse, o final surpreendente abalará até os fãs mais ardorosos do autor. 

“O talento de Jeffrey Archer para elaborar enredos só pode ser descrito como genial.” 
(Daily Telegraph) 

“Um contador de histórias no mesmo patamar de Alexandre Dumas.” 
 (The Washington Post) 

“Entretenimento absoluto.”
(Publishers Weekly) 

“Archer constrói seu enredo com habilidade e mantém o leitor virando as páginas avidamente.” 
(The Boston Globe) 

Jeffrey Archer, cujos livros sempre marcaram presença nas listas de best-sellers em todo o mundo, com mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e mais de 37 línguas, já escreveu romances, contos e obras de não ficção que alcançaram o topo das vendas. Estudou na Oxford University e durante cinco anos foi membro da Câmara dos Comuns, durante dezesseis, da Câmara dos Lordes, e por dois anos trabalhou no serviço penitenciário de Sua Majestade – o que inspirou muitas de suas histórias. Pela Bertrand Brasil já publicou diversos livros, entre eles: As trilhas da glória, Filhos da sorte, O quarto poder, Gato escaldado tem nove vidas, O crime compensa e O evangelho segundo Judas. 

Trecho do livro: 

“— No decorrer deste julgamento, os senhores ficarão sabendo como o réu — prosseguiu Pearson, fazendo um gesto na direção do banco dos réus, mas sem se dar sequer ao trabalho de olhar para Danny — atraiu o sr. Wilson para um bar em Chelsea, na noite de sábado, 18 de setembro de 1999, e cometeu esse assassinato brutal e premeditado. Anteriormente, levara a irmã do sr. Wilson — consultou novamente o processo à sua frente —, Elizabeth, ao Lucio’s Restaurant, na Fulham Road. Este tribunal precisa saber que Cartwright propôs casamento à srta. Wilson depois que ela revelou estar grávida. Em seguida, ligou para o celular do sr. Bernard Wilson, convidando-o a se encontrar com eles no Dunlop Arms, um bar nos fundos do Hambledon Terrace, em Chelsea, para que todos comemorassem. 

‘A srta. Wilson já declarou em um depoimento por escrito que nunca frequentara esse bar, embora Cartwright obviamente o conhecesse bem e o escolhera por um único motivo, no entender da Coroa: a existência de uma porta dos fundos que dá para um beco deserto, lugar ideal para alguém que planejasse matar; homicídio pelo qual Cartwright mais tarde culparia um total desconhecido, que naquela noite estava por acaso no Dunlop Arms.’ Danny olhou para o sr. Pearson. Como era possível ele saber o que acontecera naquela noite se nem sequer estivera lá?” (p. 19-20)

3 comentários:

  1. Bom dia Denise,

    Muita novidades, mas poucos interessantes...abraços.

    devoradordeletras.blogspot.com.br

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  2. Adorei ler as resenhas dos livros, quero saber do livro : o amor me persegue, autora Federica Bosco se for possivel me enviar sobre o livro, obriga e boa tarde

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  3. QUALQUER NOVIDADES DE LIVROS QUERO SABER,

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