Parceria: Grupo Editorial Pensamento

17/02/2014

O Grupo Editorial Pensamento é o mais novo parceiro do site e para o mês de fevereiro, eles vem trazendo um livro incrível, 12 anos de Escravidão. Esse foi o livro que deu origem ao filme de mesmo nome que concorre a 9 estatuetas no Oscar deste ano. Confiram todas as informações sobre o grupo e sobre o lançamento abaixo.


Há 106 anos, nascia a modesta Editora "O Pensamento", e que viria a se tornar uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil por seu absoluto pioneirismo.

A Editora Pensamento foi fundada em 26 de junho de 1907 por Antônio Olívio Rodrigues, um imigrante português que, de acordo com jornais da época, demonstrava grande interesse por pesquisas psíquicas, obras de filosofia e religiões orientais. O primeiro título publicado, que marcou oficialmente sua fundação, foi Magnetismo Pessoal, de Heitor Durville, o que coloca a editora como pioneira no gênero autoajuda, além de obras sobre esoterismo, cabala, numerologia, yoga e medicina alternativa. Em 1912 foi lançado o Almanaque do Pensamento, que, editado ininterruptamente desde então, atinge hoje vendas acumuladas de mais de 23 milhões de exemplares em 100 anos de publicação. 

Pouco antes de seu falecimento, em 1943, Antônio Olívio Rodrigues passou a direção da Editora para as mãos de Diaulas Riedel, marido de sua neta, um grande pesquisador, empreendedor e ao mesmo tempo discreto e reservado. Em 1946, em assembleia realizada na Editora Pensamento, localizada no antigo Largo de São Paulo, foi fundada a Câmara Brasileira do Livro. E, em 1956, Diaulas fundou a Editora Cultrix, com o objetivo de editar livros de filosofia, literatura, sociologia, linguística e psicologia. Sob seu comando as duas editoras tiveram um crescimento rápido, o que lhe valeu o Prêmio Jabuti de melhor editor em 1961. Na década de 1980, Diaulas Riedel foi o primeiro a publicar livros que tratavam do Movimento Nova Era, em especial autores que retratavam a aproximação entre a ciência moderna e as grandes escolas de misticismo. A área esotérica da Pensamento encontrou a complementação ideal nos temas científicos que a Cultrix passou a publicar, em que a aproximação entre o conhecimento científico e a tradição de duas grandes correntes da filosofia e da religião não seria apenas um modismo. 

Com o falecimento de Diaulas em 1997, seu filho Ricardo Riedel assumiu a direção das editoras, procurando desenvolver ações operacionais nas diversas áreas da empresa, principalmente na área de marketing, na criação de uma nova rede de distribuição por todo o país e em Portugal e de uma base de dados para otimizar o processo de tomada de decisões naquela nova etapa. 

Em 2009, Ricardo Riedel realizou a aquisição da Editora Seoman, e passou a publicar livros na área de moda, cultura pop e biografias, sendo que algumas delas, ligadas a lançamentos de filmes como 127 Horas, Jogo de Poder e Minha Semana com Marilyn. Após 104 anos lançando livros para um mundo em transformação em 2011, um novo selo chega para ampliar os horizontes da leitura; a Editora Jangada, onde Ricardo Riedel começa apostar de forma mais enfática em títulos da área de ficção fantástica e histórica com a criação de uma nova linha editorial para ampliar os temas oferecidos aos leitores. "Apesar de já termos publicado em nossos selos atuais algumas obras de ficção, decidimos criar uma linha editorial específica para a área, reforçando ainda mais a presença do grupo no mercado", afirma o diretor-presidente. 

O nome Jangada veio através de algo em comum entre os integrantes da família Riedel: a paixão por barcos. O logotipo foi inspirado em uma das obras de arte do famoso pintor Carybé, que teve inclusive alguns de seus álbuns publicados pelo grupo editorial. Além disso, o artista plástico foi amigo pessoal do Sr. Diaulas Riedel, pai de Ricardo e diretor-presidente da editora até 1997. 

Atualmente, Ricardo continua à frente do grupo e vai consolidando os quatro selos editoriais, mantendo a coerência, a ética e a qualidade em todos os livros publicados - compromisso que permanece ao longo dos mais de 100 anos de existência -, produzindo livros para um mundo em transformação. 

*Lançamento do mês*

12 anos de Escravidão

A história real de Solomon Northup, cidadão de Nova York, sequestrado na cidade de Washington em 1841, e resgatado em 1853, em uma plantação de algodão na Louisiana


Sinopse: A obra que originou o filme 12 Anos de Escravidão retrata a história de Solomon Northup, um homem negro nascido livre nos Estados Unidos, que após ter recebido uma falsa proposta de trabalho, foi sequestrado, drogado e comercializado como escravo, e passou doze anos em cativeiro, trabalhando, na maior parte do tempo, em uma plantação de algodão na Louisiana. Após seu resgate, Northup, com uma escrita simples e ágil, retrata os registros excepcionalmente vívidos e detalhados da vida de um escravo. Este é um dos poucos retratos da escravidão americana, redigido por alguém tão culto quanto Solomon Northup — uma pessoa que viveu sua vida sob a óptica de uma dupla perspectiva: ter sido tanto um homem livre como um escravo.

Solomon Northup:

Solomon Northup (julho de 1808 após 1857), após doze anos de cativeiro, passando por vários senhores diferentes, ele recuperou a liberdade, em janeiro de 1853 e se tornou um militante da causa abolicionista, proferindo palestras e contando sua experiência como escravo, nas regiões Norte e Nordeste dos EUA. Ele escreveu 12 Anos de Escravidão em 1853, em seu primeiro ano de liberdade.

Northup processou os comerciantes de escravos, em Washington, DC, mas perdeu no tribunal local, pois a lei o proibiu como um homem negro de testemunhar contra os brancos e, sem o seu testemunho, ele era incapaz de processar por danos civis. Mais tarde, no Estado de Nova York, dois homens foram acusados de seqüestro, mas dois anos depois, as acusações foram retiradas.

As circunstâncias da morte de Northup são incertas e não há registros oficiais sobre ele após 1857.

Público-alvo:

- Pessoas em geral que gostam de biografias e memórias relacionadas a filmes;
- Leitores de biografias que se interessam por história, sociologia e sobre questões raciais;
- Historiadores, sociólogos e estudantes de ciências sociais que se interessam por biografias e memórias que podem ser usadas como fontes históricas.

Mais Informações: 

- Talvez a melhor obra dentre todas as narrativas sobre a vida de um escravo, 12 Anos de Escravidão é um livro de memórias angustiante sobre um dos períodos mais sombrios da história norte-americana.
- O livro deu origem ao filme 12 Anos de Escravidão com lançamento previsto no Brasil para dia 21 de fevereiro. Ganhador do Globo de Ouro de Melhor Drama e indicado a 9 categorias do Oscar.

Elogios à Obra: 

'Eu não podia acreditar que nunca havia ouvido falar deste livro. Tão importante quanto O Diário de Anne Frank, só que publicado cerca de cem anos antes. O conteúdo fervilhou em minha mente: o período épico, detalhes históricos, perigos, horror e humanidade... Espero que meu filme possa chamar a atenção para este importante relato de coragem. A bravura e a vida de Solomon Northup não merecem nada menos do que isso.'  
Steve McQueen, diretor do Filme 12 Years a Slave (12 Anos de Escravidão) 

Se você assistir ao filme e achar que ele mostra um retrato terrível o suficiente da escravidão, por favor, não leia este livro... O filme é estupendo, mas fica aquém desta peça inestimável da História: as memórias de Solomon Northup. Sua biografia não é apenas extraordinária, mas é também um relato histórico da vida de um grande número de escravos. 
The Daily Beast

Fonte: Grupo Pensamento.
 

2 comentários:

  1. Olá Denise,


    Parabéns pela excelente parceria....abraços e sucesso.

    devoradordeletras.blogspot.com.br

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  2. Oie Deni
    Parabéns pela parceria. Você merece todo sucesso.
    Aguardo resenhas dos livros da editora.

    Beijos,
    Jéssica
    www.leitorasempre.com

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