Nova parceria: editora Landmark

01/11/2012

A editora Landmark é a mais nova parceira do blog. Conhecida pelos livros em formato bilíngue, a editora tem investido também nas edições de luxo em capa dura. Abaixo alguns dos lançamentos do mês da editora.



A Editora Landmark vem desde sua criação desenvolvendo sua linha editorial com o intuito de trazer ao público-leitor brasileiro o acesso à boa literatura, seja ela nacional ou estrangeira. O compromisso e a visão da Editora Landmark estão alinhados com o propósito de ir ao encontro das necessidades de um mundo que rapidamente se transforma e com o propósito de nutrir os ideais de uma época de conscientização global.

A Editora Landmark tem como sua tarefa primordial a revelação de mensagens importantes através dos livros que publica, na certeza de que são muitos e diferentes os caminhos que nos conduzem ao crescimento e que tornam o conhecimento acessível a todos os leitores. Deste modo, desde sua formação, a Editora Landmark desenvolve linhas editoriais com textos e imagens que se complementam através de projetos elaborados especialmente para oferecer ao leitor cultura, entretenimento e momentos de grande prazer.

Estas linhas desenvolvidas apresentam-se em ficção brasileira, ficção estrangeira, crítica literária, ensaios sobre História e Filosofia, análise e apresentação de textos originais sobre os principais formadores da Sociedade Brasileira. Apresenta também novas versões, sempre em edições bilíngues, para grandes textos e obras da literatura universal, ampliando com isso a oportunidade do público brasileiro no acesso a esses autores, procurando resgatar em suas obras, através de novas traduções, os grandes autores da literatura muitas vezes esquecidos ou deixados em segundo plano, mas essenciais na formação do espírito crítico de um país e de seu povo.

Deste modo, a Editora Landmark está criando dois novos selos editoriais – Landmark Digital e Artes & Música – o primeiro voltado para as novas tecnologias com lançamento simultâneo de seu catálogo em formato digital e o segundo voltado para a divulgação de teses e dissertações acadêmicas, bem como para o resgate de títulos e da produção intelectual das áreas que envolvam as áreas musicais e das ciências humanas, sociais e artísticas nacionais. Esses materiais, que por força da restrição de certas linhas editoriais e pelos custos envolvidos não possuem possibilidade de atingir o grande público, estarão sendo lançados apostando-se em novas tecnologias para a divulgação dessa produção.


*Lançamentos*

A Abadia de Northanger - Jane Austen


Abadia de Northanger retrata o balneário de Bath, Inglaterra, freqüentado por Jane Austen e sua família, na obra protagonizada por Catherine Morland. Em meio aos passeios e bailes, a moça conhece outros jovens da cidade, entre eles John Thorpe e Henry Tillney, inseridos no mundo da literatura e da história, revelando assim à ingênua Morland os deleites de grandes romances. O general Tillney, pai de Henry, convida o grupo para uma visita em uma de suas propriedades, a Abadia de Northanger, estadia aceita prontamente pela moça animada com o clima de mistério e conhecimento. Com os delírios da produção gótica, Catherine entra em um conflito entre ficção e realidade durante suas experiências literárias e estadia na casa, cujo ambiente a remete ao antigo, ao sombrio e ao fantástico.


Drácula - Bram Stker


A Editora Landmark inclui nesta edição bilíngue de luxo em capa dura do romance “Drácula”, um primeiro capítulo excluído por Stoker quando da publicação em 1897. Mais tarde este capítulo, rebatizado como o conto “O Convidado de Drácula - Dracula’s Guest”, seria publicado em 1914 pela viúva de Stoker e, desde então, a crítica literária vem discutindo a importância deste conto como um capítulo introdutório de “Drácula”. A história gira em torno de um viajante inglês não identificado, associado a Jonathan Harker, nos momentos anteriores à sua partida para a Transilvânia, onde o mesmo se depara com acontecimentos sobrenaturais, forças desconhecidas e criaturas fantásticas.


Emma - Jane Austen


Emma é um dos grandes romances de Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1815, quando a autora já desfrutava de relativa fama literária, sendo que este romance foi dedicado ao Regente da Inglaterra, o Príncipe de Gales, mais tarde George IV. A protagonista da história, Emma Woodhouse, é a primeira heroína criada por Jane Austen sem problemas financeiros, sendo que a mesma declara que isto é uma das razões de ela não se preocupar em se casar. Assim como em seus outros romances, Jane Austen relata as dificuldades das mulheres no início do século 19, criando através de seus personagens uma deliciosa comédia de costumes.


Moby Dick - Herman Melville


Uma das obras máximas do Romantismo norte-americano, “Moby Dick” foi escrito pelo escritor norte-americano Herman Melville e publicado originalmente em três fascículos com o título “A Baleia”, em Londres, em 1851, e ainda no mesmo ano em Nova York em edição integral. Somente a partir de sua segunda edição que ganha seu título definitivo, “Moby Dick”.

O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador Ismael, suas reflexões pessoais, e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça, tradições navais, detalhes sobre as embarcações, funcionamentos e armazenamento de produtos extraídos das baleias. Apesar dessas características, a obra foi inicialmente mal-recebida pela crítica literária, assim como pelo público, mas com o passar do tempo tornou-se uma das mais respeitadas obras da literatura em língua inglesa. A fama de Moby Dick e a revisão de sua importância e sua inclusão como parte do Cânone Ocidental da Literatura se inicia a partir da década de 1910, com a revisão literária realizada por Carl Von Doren e a publicação da obra “Studies in Classic American Literature”, elaborado pelo escritor, ensaísta e poeta britânico D.H. Lawrance em 1923.


Sementes da Razão - Celso Abrahão



O século XIII foi o período mais brilhante da Idade Média e, em nenhuma outra época, a influência da Igreja foi tão vasta, tão profunda e tão eficaz. A história registrou tiranias e vinganças, aponta crimes e atrocidades, que seria pueril querer ocultar ou justificar, mas, qual século não os praticou? Que montam estas sombras diante das luzes de uma grande civilização feita mais de grandeza moral e de elevação das almas do que de progresso material? É também o auge do Feudalismo, o início do renascimento comercial, onde a sociedade era dividida entre senhores donos da terra e servos, aprisionados à sua condição, a trabalhar a terra e a pagar vários tipos de corveia.

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