07/12/16

Resenha: Um ano na vida de um total e completo Gênio


Eu, Arthur A. Bean, vou ser famoso. Não vai ser fácil, eu sei. A sétima série já está ficando em meu caminho. Meu verdadeiro amor, Kennedy, mal me nota, e a sra. Whitehead não entende meu gênio criativo. Além disso, Robbie Zack (aquele perdedor) pensa que eu roubo suas ideias, coisa que eu não faço. Não é trapaça se acontecer de você ler coisas de outra pessoa e, em seguida, ter uma explosão de inspiração. 

Tenho certeza de que é o que todos os escritores famosos fazem. E eu vou ser famoso. Eu só preciso ganhar o concurso de contos deste ano… Bem-vindo a um ano na vida de Arthur A. Bean. Ele é irreverente, ultrajante… E se as ameaças de Robbie se cumprirem, ele está prestes a ter a cabeça enfiada no vaso sanitário!

Um Ano Na Vida de Um Total e Completo Gênio é um livro de poucas páginas, narrado em forma de diário e através de e-mails que Arthur Bean manda e recebe. Ele é um garoto, como o título sugere, bastante inteligente (embora nem todos consigam entender essa genialidade), que está no ensino fundamental II e sonha em ser um Best-Seller como Stephen King.

Logo no início, são passadas várias atividades interessantes a Arthur. Ele precisa criar poemas e histórias, e está num concurso de escrita criativa com uma parceira. Ao longo de toda história é sempre pedido que ele faça alguma coisa que o desafia. Arthur, além de querer ser um autor muito famoso, tem como objetivo se declarar para sua paixão Kennedy e fazer com que ela o ame também.

Se você ficar triste, eu fico triste também, por isso hoje é o pior dia do mundo.


Arthur é um personagem engraçadinho, que precisa lidar com várias situações. A história em si é bastante leve e interessante para passar o tempo, pois faz você se divertir com as conversas do jovem de treze anos. Além disso, a diagramação está uma graça. Tem várias fontes e imagens muito legais, além de a capa ser muito fofa.

Os marcadores que a editora mandou junto também me conquistaram. Apesar de ser uma leitura mais voltada para o público jovem, esse é um livro que até mesmo os adultos podem ler, pois contém ótimas sacadas. Leve, rápido e divertido, indico para todos!

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Stacey Matson
Geração Editorial: Twitter/Facebook


Cine Cult: Sully - O Herói do Rio Hudson

Sully - O Herói do Rio Hudson || Classificação: ★★★★ (Bom) || Estreia em 15 de dezembro de 2016   Texto: Murilo Maximiano || Revisão: Kamila Wozniak


Clint Eastwood dá basicamente uma aula sobre como fazer um bom filme de desastres, nesse que poderia ser mais um melodramático e excessivamente heroico longa. Com uma construção narrativa variando entre o que se passou durante a dramática decolagem no rio Hudson e a situação psicológica do próprio Sully – interpretado brilhantemente por Tom Hanks. O filme mantém a tensão e o drama dos personagens no ponto certo, sem tornar nada cansativo. 15 de janeiro de 2009. Logo após decolar do aeroporto de LaGuardia, em Nova York, uma revoada de pássaros atinge as turbinas do avião pilotado por Chesley “Sully” Sullenberger (Tom Hanks).

Com o avião seriamente danificado, Sully não vê outra alternativa senão fazer um pouso forçado em pleno rio Hudson. A iniciativa é bem sucedida, com todos os 150 passageiros a bordo sendo salvos. Tal situação logo transforma Sully em um grande herói nacional, o que não o isenta de enfrentar um rigoroso julgamento interno coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos. O primeiro elogio a ser tecido é a atuação incrível, como sempre, de Tom Hanks. A tensão da situação durante o voo, a confusão ao não saber se fez a escolha certa e o olhar traumatizado; tudo é passado sem excessos e em até pequenos detalhes.

05/12/16

Resenha: Sombra e Ossos - Trilogia Grisha #1


Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter. 

A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras. Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. 

As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo. 

Sombra e Ossos é um dos livros mais unânimes que existe nessa blogosfera literária, por isso até o medo que eu tinha de ler. A maioria ama e quando se trata do spin off então, ai que o povo se derrete mesmo. Depois de ler eu entendo toda a comoção, esse é um livro diferente dos outros de fantasia. Ele conta a estória da Alina, que vive em um mundo dominado por uma fenda na terra que espalha escuridão e monstros. Quando seu amigo Maly é atacado por um dos seres que vivem na fenda, seu poder se revela. Ela é levada para se tornar uma Grisha, pessoas que tem poderes mágicos, como elementos ligados à natureza. Só que nem tudo vai ser fácil na vida da Alina, ela vai se encantar pelo Darkling, mas ele pode não ser quem ela pensa que é.

O livro tem o primeiro e o último capitulo narrado em terceira pessoa e todo o resto narrado pela Alina. Eu gostei dela logo de cara. Ela é mal-humorada, sagaz, na dela e me lembrou muito a Katniss, que é uma personagem que eu adoro. Lembrou, mas não são iguais, que fique claro. O Maly é aquele tapado né?! A menina gosta dele e ele nem percebe. Fora isso, ele tem um senso bacana de proteção e honra. O Darkling é o charme em pessoa, envolvente e inteligente. Entendo completamente porque a Aline se encantou com ele. Como o amor fica em segundo plano, explico melhor mais para frente, eu não tomei partido de ninguém para Alina ficar, mas depois do fim a gente escolhe um lado.
Olhei para trás, por sobre meu ombro. O mundo vivo tinha desaparecido. A escuridão caiu ao nosso redor, negra, leve e absoluta.. Estávamos na Dobra.

Book Haul #93: Presentes e Compras

Um book haul especial com algumas compras e presentes, muitos livros da Universo dos Livros!!


*Livros citados*

1. A Fera em mim - Serena Valentino (Resenha)
2. A mais bela de todas - Serena Valentino
3. Frozen - Elizabeth Rudnick
4. A maldição de Malévola - Cristina Tognelli
5. O mais desejado dos Highlander - Maya Banks
6. Onde está você - Tammara Webber
7. Isla e o final feliz - Stephanie Perkins
8. O morro dos ventos uivantes - Emily Brontë

02/12/16

4 razões para assistir Repórteres de Guerra

Vi o filme Repórteres de Guerra tem um tempinho, mas como ele é bem interessante, especifico e fala sobre um assunto que a maioria das pessoas gosta, resolvi vim comentar sobre ele. O filme aborda o trabalho dos fotógrafos durante uma guerra.


É difícil pensar nisso quando vemos uma foto de guerra, mas por trás dela tem uma pessoa fazendo o seu trabalho. Num primeiro momento a gente só fica impactado com a imagem e muitas vezes nem se pergunta que profissional é aquele que registrou uma situação tão triste. O filme é baseado no livro biográfico The Bang-Bang Club: Snapshots from a Hidden War e segue de perto o trabalho de 4 fotógrafos durante o aperthaide, no começo da década de 90.

1. Refletir sobre o papel do fotógrafo

A intenção do meu professor era que refletíssemos sobre o papel dos fotógrafos seja na guerra ou em qualquer outro lugar. O peso que você carrega quando faz uma foto que marca uma determinada época ou situação não é fácil. Também é difícil pensar em fotografia como um retrato tão triste, porque a tendência é a de pensar nessa arte como a lembrança de momentos felizes, casamento ou formatura, por exemplo. Porém, existe esse outro lado tão importante do que só festa e flores.


A questão é entender que a fotografia passa uma mensagem dependendo do veiculo ou da intenção do fotógrafo. No caso de fotojornalismo, a intenção do fotografo e do veiculo é a de informar. Associada com o texto isso se completa, mas a foto sozinha já deve ser capaz de fazer isso. No filme, as fotografias passam a imagem da crueldade da guerra. Além de mostrar a dificuldade que esses fotógrafos passavam para mostrar isso para as pessoas. Eles ficavam no meio dos conflitos, arriscando suas vidas, tanto que um deles falece no exercício da atividade.

Escolhido o produtor do projeto A Crônica do Matador do Rei

Que A Crônica do Matador do Rei seria adaptada para série eu já sabia, agora que o projeto caminharia junto com o filme me pegou de surpresa. Nesta semana foi anunciado pela Lionsgate, que Lin-Manuel Miranda será o produtor criativo da adaptação para o cinema e tv dos livros de Patrick Rothfuss.


Além de produtor criativo, junto com Robert Lawrence, Lin-Manuel participará da composição da trilha sonora. Lindsey Beer será responsável pelo roteiro do filme.

30/11/16

Resenha: Anexos

Esse foi o meu primeiro contato com a autora Rainbow Rowell, e decidi contar em vídeo o que achei do livro. Esperava mais, confesso, mas teve um personagem que conquistou meu coração para sempre.


Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho. (Todo mundo na redação sabe. É política da empresa.) Mas elas não conseguem levar isso tão a sério, e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas. Enquanto isso, Lincoln O'Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho ler os e-mails de outras pessoas. 

Quando ele se candidatou para ser agente de segurança da internet, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonando por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria...? 

Anexos
Rainbow Rowell
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Layout de Maira Gall e editado por Denise Simino