Amor Imenso || Penelope Ward

27/03/2017

Amor Imenso é uma história narrada em primeira pessoa pela personagem Amélia. Assim que a avó morre, Amélia descobre que herdou metade da casa e que a outra metade foi deixada para Justin, um amigo de infância que agora a detesta e faz tudo para provocá-la.

Justin agora é bem sucedido e namora Jade, uma garota linda que faz pequenas pontinhas em filmes quando se é necessário substituir alguma atriz. É difícil para Amélia vê-los juntos, pois sentimentos antigos ressurgem em seu coração, mas, devido a algumas circunstâncias do passado, Justin não consegue perdoá-la.

Esse livro me surpreendeu de forma positiva. Eu não sou uma pessoa que gosta de literatura erótica ou hot, mas Amor Imenso se provou ser muito mais que isso. Há realmente toda uma história envolvida, o que me deixou muito feliz e tornou a leitura bastante agradável.

A Amélia é uma personagem doce e divertida, eu simplesmente amei o jeito dela. E o Justin? Apesar de toda a mágoa que ele guarda, podemos ver como ele é sensível através dos flashbacks durante a história e aos momentos furtivos em que ele não percebe que está sendo observado. Embora eu tenha gostado do livro desde o início, confesso que pensei que seria uma história clichê, mas a verdade é que há algumas reviravoltas bem legais que tornam tudo bem original.

Eu amei a escrita da autora, os personagens e preciso ressaltar que o cuidado que a editora teve inserindo na capa elementos do personagem, como as tatuagens, me deixou encantada. Minha única ressalva é a revisão. Encontrei erros bem feios, mas nada que vá atrapalhar a leitura. Indico Amo Imenso a todos que querem se apaixonar.

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Penelope Ward
Editora Planeta: Twitter/Facebook

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A Bela e a Fera 2017 - Crítica do filme || Especial (2/3)

26/03/2017

Dando continuidade ao especial A Bela e a Fera, hoje é o vídeo sobre o que achei da versão live-action, que estreou no último dia 16.

Quem ainda não viu o primeiro vídeo, sobre a edição da Zahar dos contos, só clicar aqui.


Z: The Beginning of Everything

"As coisas são melhores quando estão perdidas. Eu sei, porque uma vez eu queria algo e consegui. Era a única coisa que eu queria desesperadamente. E quando eu consegui, virou poeira em minhas mãos." 


Eu acabei conhecendo essa série meio que por acaso. Enquanto procurava séries mais recentes para dar uma olhada, apareceu o nome Z: The Beginning of Everything e eu fui ver o que era. Quando eu li a sinopse já corri para ver o primeiro episódio. Criada por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin, a série é biográfica e conta a história de Zelda Sayre Fitzgerald, mulher do escritor F. Scott Fitzgerald, que escreveu O grande Gatsby (acho que esse é o livro que as pessoas mais conhecem dele).

O foco da série vai ser no começo do relacionamento deles, quando a Zelda e o Scott se conheceram lá nos anos 20. Ela vivia em uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos e ele era do exército americano e aspirante a escritor. De cara a gente percebe que a Zelda é uma mulher diferente. Suas vontades passam longe do que esperam de uma mulher da época. Ela é escritora, ajuda os soldados na enfermaria e é ativista feminina.

Eu não conheço o Fitzgerald muito bem. O único livro dele que eu li, e não gostei tanto assim, foi O grande Gatsby. Fiquei chocada por não lembrar da mulher dele, então ver essa série foi um choque. Ainda mais pela mulher moderna que a Zelda era. Me lembro das aulas de literatura, da professora comentando que ela terminou a vida louca e morreu no hospício. Mas as informações mais relevantes sobre ela, eu conheci pelo seriado.


Power Rangers

24/03/2017

Power Rangers || Classificação: ★★★ (Bom) || Estreou em 23 de março de 2017 
Texto: Murilo Maximiano || Revisão: Kamila Wozniak

“Go, go, Power Rangers!”, um verso de uma música que para sempre marcou uma geração. 


Nesse novo filme, que refaz a história da primeira temporada da lendária série infantil, temos um respeito enorme pelos fãs ao mesmo tempo um respeito pelo próprio cinema. Redondo, fluído e divertido, é um alívio saber que Power Rangers é bom. A jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Alameda dos Anjos – e o mundo – estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem sua forças como os Power Rangers, antes que seja tarde demais.

O filme começa com uma pequena história – um pouco forçada – sobre os Rangers anteriores, que lutaram contra Rita há 65 milhões de anos – um pouco mais que os 10 mil da série original. Uma boa introdução que explica um pouco melhor, mas ainda fanfarronamente, como os morfadores estão na Terra, assim como Zordon e Rita. Mais precisamente, explica porque todo o enredo se passa numa pequena cidade como Alameda dos Anjos, algo que nem ao menos era pincelado na série original, que começava com Zordon pedindo a Alpha para “recrutar cinco jovens com garra”. Uma melhoria esperada ao se passar para o cinema mas que ainda não se rende a uma seriedade tão comum, ao longo do filme esse acerto é repetido.


O que se desenrola então é uma longa introdução de personagem, que vai durar, basicamente, todos os dois primeiros atos. Com um tempo tão longo de tela para desenvolvimento, os cinco atores conseguem fazer com que todos os personagens se tornem relevantes, tridimensionais e extremamente carismáticos, além de construir de maneira incrível – algo muito raro em filmes do tipo – o relacionamento entre eles. Ao final, não só conhecemos profundamente todos os anseios e medos dos rangers, conhecemos também o que fundamentou a amizade do grupo, algo importantíssimo para o desenrolar do filme. A capacidade de morfar e trabalhar em equipe está profundamente ligada à amizade dentro da equipe, e isso é muito bem desenvolvido, de maneira que quando os frutos de estarem bem integrados surgem na tela, não parece forçado.

Fragmentado

Fragmentado || Classificação: ★★★★ (Ótimo) || Estreou em 23 de março de 2017 
Texto: Ana Marta || Revisão: Kamila Wozniak 

“Será o grande retorno de M. Night Shyamalan?”


Depois de uma leva de filmes medianos, M. Night Shyamalan nos presenteia com uma ótima sessão de suspense e terror. Sem mencionar uma narrativa bem elaborada que tinha todas as chances de cair nos clichês comuns. O filme conta de três meninas que foram raptadas por Kevin (James McAvoy), que possui 23 personalidades e consegue trocá-las com a força do pensamento. E durante o cativeiro, elas precisam conhecer cada uma das personalidades para conseguir uma forma de fugirem. Vamos dizer que eu não esperava muito desse longa após as derrapadas feias de Shyamalan.

O que surpreendeu foi como a narrativa de forma simples e com alguns sub-tramas bem fortes, trouxeram com excelência os personagens e seus respectivos atores; e um tom de suspense e terror a história. É difícil dizer algo do filme que não possa revelar muito da história. Afinal a narrativa é rica de detalhes pequenos que depois serão o “grande desfecho” da história. Começando com a parte de apresentação de seus personagens, que vão crescendo durante o desenrolar da trama. E momento nenhum, o tom narrativo te traz uma expectativa que possa se tornar um “final feliz”. Apenas finalizando de uma forma aterrorizante e até mesmo com “fã-service” para aqueles que admiram os filmes do diretor.


A Bela e a Fera - Zahar || Especial 1/3

22/03/2017

Era para esse especial ser postado tem um tempinho, mas problemas familiares atrasaram o que seria uma série de três vídeos marcando a estreia do filme A Bela e a Fera. Mas, antes tarde do que nunca e hoje trago o primeiro vídeo do especial, com a resenha da edição da editora Zahar e suas duas versões do conto.

O próximo vídeo vai trazer os meus comentários sobre o filme, que estreou no último dia 16, e o último vídeo é sobre livros que são inspirados em A Bela e a Fera. Espero que vocês gostem e acompanhem todo o especial.


A Bela e a Fera
Jeanne-Marie Leprince de Beaumont...
Editora Zahar: Twitter/Facebook

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