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16/07/2018

Todo Dia (filme)

Todo Dia || Estreou em 12 de julho de 2018


Antes de comentar com vocês o que achei do filme, vale ressaltar que essas são impressões apenas do filme. Todo Dia é uma adaptação literária e embora eu tenha o livro, não li antes de assistir o longa. A estória é meio doida, e esse sentimento se mantém de quando li a sinopse pela primeira vez. É sobre uma entidade chamada A que acorda todo dia no corpo de uma pessoa mais ou menos na faixa dos 16, 17 anos. Em um desses dias, ele acorda no corpo de Justin, namorado de Rhiannon, por quem A se apaixona. O interessante é que A acorda no corpo de pessoas próximas de quem ele acordou ontem.

Então depois de Justin ele vai acordar no corpo dos amigos próximos dele e de Rhiannon. Dá para perceber que um romance entre eles será bem complicado, mas acontece. A cada dia em um corpo diferente e encontrando formas de estar perto de Rhiannon, e os dois começam algo inusitado. Pensa bem, ele acorda em qualquer tipo de corpo, homem, mulher, gordo, magro, deficiente e por ai vai. O filme acompanha não só as mudanças de corpo de A como também o amadurecimento de Rhiannon em relação a sua família. Ela tem alguns problemas com o pai e vai empurrando isso com a barriga.


Desde quando eu soube que esse livro ia virar filme a minha maior curiosidade, e preocupação, era saber como eles lidariam com o A. Como as mudanças de corpo interfeririam na personalidade dele, porque o personagem tem uma mente própria. O A é uma alma sem corpo, que todo dia usa o corpo de alguém para viver a própria vida. Parece confuso, mas não é e no filme ficou super bem explicado essa parte e a gente consegue identificar a personalidade de A em cada corpo diferente. Isso é um grande parabéns para os atores que interpretaram o A, se eu não me engano foram 17. Todos eles souberam dar uma identidade para um personagem sem rosto ou corpo.

Na verdade, todos os atores desse filme estão ótimos. A Angourie Rice interpreta a protagonista Rhiannon e ela soube se adaptar muito bem a essa situação estranha. A personagem se apaixona por essa alma e vive tudo intensamente, e isso passou do filme para mim. A estranheza no começo, ficar com várias pessoas mas na verdade sendo uma, se apaixonar e depois o final. Gostei também da atmosfera jovem do longa, as músicas e cores vivas, a diversidade dos atores que fizeram o A. Tudo isso para provocar em quem vê a reflexão do amor acima das aparências. Parando pra pensar a Rhiannon se apaixona por uma personalidade e não um rosto.

14/07/2018

Julianne Moore se junta ao elenco de A Mulher na Janela

O THR divulgou que a atriz Julianne Moore foi confirmada no elenco da adaptação de A Mulher na Janela, publicado no Brasil pela editora Arqueiro. A Fox comprou os direitos de adaptação e a atriz Amy Adams já tinha sido anunciada como a protagonista.

A direção é de Joe Wright e o roteiro de Tracy Letts.


Na trama, escrita por A.J. Finn, Anna Fox (Adams) mora sozinha na casa que vivia com a família. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos e conversando com estranhos na internet. Quando uma nova família se muda para uma casa perto da dela, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê algo que muda tudo para sempre.

13/07/2018

Verus anuncia o lançamento de novo livro da autora Jamie McGuire

Conhecida pelo livro Belo Desastre e a série Irmãs Maddox, a Verus Editora, que também publicou os outros livros, confirmou o lançamento de um novo livro da autora Jamie McGuire.

All The Little Lights é um romance juvem-adulto envolvendo o primeiro amor de dois jovens e a suspeita de um crime. A editora informou que o lançamento será em breve.


Da autora #1 best-seller do New York Times, Jamie McGuire,vem aí uma história fascinante sobre o primeiro amor que começa jovem, mas flui profundamente. 

A primeira vez que Elliott Youngblood vê Catherine Calhoun, ele é apenas um menino com uma câmera, e nunca teve uma visão mais triste e mais bonita. Tanto Elliott quanto Catherine sentem-se marginalizados, mas encontram uma amizade fácil entre eles. 

Mas quando Catherine mais precisa dele, Elliott é forçado a sair da cidade. Elliott finalmente retorna, mas ele e Catherine são pessoas diferentes. Ele é um atleta estrela do ensino médio e ela passa todo seu tempo livre trabalhando no misterioso restaurante da mãe em um hostel. Catherine não perdoou Elliott por abandoná-la, mas ele está determinado a recuperar sua amizade… e seu coração.

Quando Catherine está pronta para confiar plenamente em Elliott, ele se torna o principal suspeito em uma tragédia local. Apesar das crescentes suspeitas da cidade, Catherine se apega ao amor por Elliott. Mas um segredo devastador que Catherine enterrou poderia destruir qualquer chance de felicidade que restara.

Fonte.

11/07/2018

As Filhas da Noiva || Susan Mallery


Eu já conheço a Susan Mallery de outros livros pela Harlequin e sempre gostei de sua escrita, com uma pegada mais atual e pé no chão. São romances adultos e não no sentido erótico, embora tenha um pouco de sensualidade. Adultos no sentido de personagens mais velhos e vivendo situações reais, do cotidiano. As filhas da Noiva tem essas característica e vai se passar durante o casamento da mãe de três irmãs: Courtney, Siena e Rachel. Courtney é a irmã problemática, afastada da família por ter sido negligenciada pela mãe quando criança. Rachel é a mais velha e a cínica, ela foi traída pelo marido e nunca superou a separação. Siena é a irmã do meio e perfeita, que acabou de ficar noiva e não sabe se quer realmente casar.

O livro vai acompanhar esses três pontos de vista e mais alguns. A proposta do romance é que enquanto os preparativos do casamento acontece, as diferenças entre as irmãs e mães, assim como delas com seus relacionamentos amorosos, seja resolvido. Então a Courtney que tem problemas de aprendizado e saiu da escola muito cedo, agora está na faculdade e vai organizar o casamento da mãe. A Rachel vai se amar mais enquanto mulher separada, vai perceber que tem vida após esse fato e encontrar o seu caminho. A Siena vai repensar o noivado e decidirá se o noivo em questão é a melhor opção. As estórias envolvem superação dentro dos problemas das filhas. A da Courtney foi a que eu mais gostei.


Eu só tenho dois pontos em relação ao livro que me desagradaram. A fonte é muito pequena e a leitura se torna cansativa. Eu lia, lia, lia e não saia do lugar; demorei quase 10 dias para finalizar. E o último ponto envolve a estrutura da trama. Eu tenho preferência por livros únicos, mesmo tendo uma estante repleta de séries, mas em As filhas da Noiva eu acho que a autora pecou em não ter feito um triologia, sendo um livro para cada irmã. Acontece o seguinte, o livro tem muitas vozes narrando e poucas páginas para cada uma delas. Além das irmãs, o par amoroso da Courtney também tem a sua voz no romance.

Um livro para cada irmã daria para contar mais detalhes e resolver com mais calma cada estória. Ela foca principalmente na Courtney, que foi como eu disse o enredo que mais me atraiu, mas a das outras duas também era interessante. A Rachel com a sua superação pessoal, dando mais uma chance para ela mesma. Tem a Siena que num primeiro momento eu detestei, mas depois foi tendo a minha empatia e as duas ficaram em segundo plano e tendo um espaço muito pequeno na trama. Tanto que o final é corrido para elas duas, enquanto a Courtney tem mais páginas. No começo eu até achei que esse livro era o primeiro de alguma série mas não.

Fora esses dois detalhes, eu gostei do livro porque ele conta estórias do dia a dia e eu estava em falta com romances assim. É fácil se identificar com os problemas das irmãs, a dificuldade delas em lidar com a mãe e uma com a outra. Dai cada uma vai encontrando o seu caminho e tendo o seu final. O livro tem umas duas cenas mais sensuais, mas nada muito exagerado, é um complemento do romance. As filhas da Noiva é o tipo de livro que você lê quando quer algo mais real, personagens que você consiga se identificar. Nada muito elaborado ou complicado, apenas uma leitura para entreter.

As Filhas da Noiva Como sobreviver ao casamento da sua mãe?
Susan Mallery
Editora Harlequin: Twitter/Facebook

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Autora de A Barraca do Beijo é confirmada na Bienal de São Paulo

Após o cancelamento da vinda de Anna Todd ao Brasil, a organização da Bienal de São Paulo anunciou uma nova autora no lugar, Beth Reekles. Para quem não está ligando o nome a pessoa, é a autora de A Barraca do Beijo, publicado aqui pela Astral Cultural.

Beth estará no evento no dia 05 de agosto, às 11h, na Arena Cultural BIC®, em um bate-papo aberto com o público. Depois disso, ela fará uma sessão de autógrafos na Arena de Autógrafos. As senhas para a sessão serão distribuídas de forma online, a partir do meio-dia de 12 de julho, no site do evento.

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