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Lucy Hale e Robbie Amell vão estrelar adaptação de O Jogo do Amor/Ódio

17.5.19

O livro O Jogo do Amor/Ódio, da autora Sally Thorne, será adaptado para os cinemas e terá os atores Lucy Hale e Robbie Amell interpretando o casal principal. Peter Hutchings irá dirigir a adaptação, que conta com o roteiro de Christina Mengert. Claude Dal Farra, Brice Dal Farra e Brian Keady da BCDF Pictures são produtores. A Mister Smith Entertainment está co-financiando o filme e cuidará das vendas.

David Garrett, da Mister Smith, afirmou: “O Jogo do Amor/Ódio é uma comédia romântica gloriosamente engraçada e sexy, com um grande apelo de público. Estamos visando filmes com um público-alvo claro e esse projeto é absolutamente perfeito”.

Amazon adaptará livro de Lauren Oliver

A Amazon está produzindo uma série baseada no livro Panic da autora Lauren Oliver. A informação foi divulgada pela autora, que será roteirista e produtora da série, junto com Joe Roth e Jeff Kirschenbaum. A diretora da Amazon Studios, Jennifer Salke, e a autora concederam uma entrevista ao Deadline e comentaram sobre o projeto.


Sinopse: O livro se passa em uma pequena cidade rural onde, a cada ano, os formandos do ensino médio arriscam suas vidas em um jogo ilegal de alto risco para ganhar um prêmio em dinheiro que pode mudar suas vidas - e uma chance de escapar. Os juízes anônimos forçam os jogadores a passarem por uma série de desafios que os forçarão a enfrentar seus medos mais profundos. Neste ano, 47 jogadores competirão pelo maior prêmio de todos os tempos. 

Panic conta uma história destinada aos jovens, mas que qualquer um seria atraído pelos personagens e dramas de alto risco trazidos à vida por Lauren Oliver”, disse Salke. “Ela é um talento raro em sua capacidade de capturar essa geração de forma tão autêntica”. Panic é estrelado por Olivia Welch como Heather, Mike Faist como Dodge, Ray Nicholson como Ra e Will Chase como Sheriff Kean.

Olivia Welch, Mike Faist e Ashlei Sharpe Chestnut respectivamente

Estou animada que a Amazon está ampliando suas séries e queira incluir uma destinada aos jovens, e grata que Panic estará entre sua primeira geração”, disse Oliver. “Este já é meu tipo favorito de projeto: longo, emocionante, desafiador e imensamente transformador. E nós nem começamos a pré-produção!

Uglydolls

16.5.19

Uglydolls || Estreia em 16 de maio de 2019
Crítica: Helen Nice

Anda meio down...se achando feio e estranho? Vá assistir Uglydolls. Um banho de autoestima! Que delícia de animação!! 

Moxy - a cor de rosa fofa - junto com os amigos Babo, Ice-Bat, Wedgehead e os outros Uglydolls só querem ser feliz e amados, apesar de não seguirem um padrão estabelecido de beleza. Espera!! Mas não é isso que todos queremos? Uglydolls nos representa! Na contramão da ideia de que o feio é um adjetivo negativo e portanto deve ser excluído e evitado, esses fofos "bichinhos" de pelúcia, ou seja lá o que forem, descobrem e nos alertam que não é preciso ser perfeito para ser incrível. É direito de todos encarar o desafio do mundo desconhecido e mostrar seu valor. O belo está nos olhos de quem vê. E essa animação consegue ser bela tanto visualmente, com um colorido incrível e canções que fazem a gente querer dançar junto, como nas mensagens que transmite de maneira leve e lúdica.

Essa comédia musical computadorizada foi dirigida por Kelly Asbury e escrita por Alison Peck a partir de uma história de Robert Rodriguez, que também a produziu. Os Uglydolls só querem encontrar amor e acolhimento no mundo real, apesar de serem diferentes. E hoje pode ser o dia!!! Na cidade de Uglyville comemora-se todos os dias o estranho como forma de beleza, já que ninguém é perfeito. Todos vivem uma festa constante celebrando e cantando. Mas uma habitante - Moxy - sonha em ir além, para o mundo real e encontrar uma humana para amar e ser amada. Sair das fronteiras confortáveis da cidade será uma aventura e Moxy e seus amigos terão que confrontar o que significa ser diferente. Sem contar com o vilão "perfeito" e bonitão do Instituto da Perfeição e suas ajudantes gatas, ao estilo de "Três Espiãs Demais".

Uma aventura cheia de mensagens que, ainda que clichês, pegam pela emoção e ganham nosso coração. As crianças vão amar! Hoje é o dia de descobrir que não é preciso ser perfeito para ser incrível! Ser quem você é realmente é o que importa. Na versão original temos as vozes de Kelly Clarkson, Nick Jones, Janelle Monáe, Pitbull, Blake Shelton, Wanda Sykes, Gabriel Iglesias, Wang Leehon, Emma Roberts, Bebe Rexha, Charli XCX e Lizzo. Na versão dublada - que está ótima - temos Aline Wirley (Moxy), João Côrtes ( Lou), Rincon Sapiência (Ugly Dog) e Paula Lima (Mandy). A canção Ugly, de Anitta, foi lançada em 3 versões: português, inglês e espanhol. Essa linda mensagem de autoestima estreia hoje!

A Espiã Vermelha

A Espiã Vermelha || Estreia em 16 de maio de 2019
Crítica: Helen Nice


Sophie Cookson e Judi Dench dividem o antes e depois da vida de Joan Stanley, que aos 80 anos foi descoberta e acusada de transmitir informações confidenciais ao então inimigo. Baseado na vida de Melita Norwood, que foi acusada de revelar segredos de Estado à União Soviética durante a 2ª Guerra Mundial. Melita participou do grupo britânico que desenvolveu a bomba atômica e transmitiu informações para a KGB.

A história joga com o momento atual (ano 2000) quando Joan é levada por agentes do IM5 para prestar depoimentos. Pede então para ser acompanhada por seu filho e advogado Nick (Ben Miles) que pouco à pouco vai descobrindo incrédulo que sua querida mãezinha, aquela senhora tão pacata, teve um passado não tão tranquilo assim. Num dado momento ele pergunta se ela era comunista (e ela carrega uma caneca do Che Guevara) e o quanto o pai dele sabia a respeito. A resposta...o suficiente!


Em 1938, Joan (Sophie Cookson), estudante brilhante de física em Cambridge, se apaixona por Leo (Tom Hughes) um estudante estrangeiro com ideais comunistas e envolvimentos obscuros que a influenciaram com seus propósitos revolucionários. Joan consegue um emprego suspeito na secreta Tube Alloys, equipe que está desenvolvendo armas nucleares. Joan passa a fornecer informações para os russos. Seu parceiro no projeto, o cientista Max Davis (Stephen Campbell More), também é suspeito e acusado, mas Joan sai ilesa. Ironicamente, 50 anos depois a idosa Joan (Judi Dench) é pega em uma investigação do MI5 e é obrigada a assumir tudo.

O filme vai e volta explicando os fatos e dando sentido às atitudes da jovem. As escolhas da juventude justificam a traição? Joan era apaixonada e tinha um senso de justiça muito peculiar. Acreditava que o conhecimento deveria ser compartilhado, e que o fato de ambos os lados possuírem as mesmas armas tornaria a disputa equilibrada, evitando uma nova guerra. Ao assistir o que aconteceu em Hiroshima ela decidiu facilitar uma equiparação bélica ao passar as informações.

Com direção de Trevor Nunn, A Espiã Vermelha é uma cinebiografia com jeitão de drama. A escolha por contar a história de uma espiã focando mais em sua vida amorosa que em seu envolvimento político não tira o mérito do filme. Judi Dench rouba as cenas e dá a carga emocional necessária à trama e a avó espiã ganha contornos apesar dos diálogos escassos. A personagem leva à reflexão: os fins justificam os meios? Inspirado no livro Red Joan, de Jennie Ronney, o filme entra hoje em cartaz.

Rainbow Rowell anuncia adaptação de Eleanor & Park

15.5.19

A Picturestart adquiriu os direitos de adaptação do best-seller Eleanor & Park, de Rainbow Rowell. A Plan B produzirá o longa com Erik Feig, da Picturestart, cuja produtora iniciante se comprometeu a financiar o filme. A autora está escrevendo o roteiro e também será produtora executiva.


Este livro é muito querido por mim, e eu sempre me senti cautelosa em adaptá-lo”, disse Rowell. “Mas todos na Picturestart e na Plan B têm tanto respeito pela estória e pelos personagens. Eu realmente acho que não encontrei um grupo melhor de pessoas para confiar Park & Eleanor - e mal posso esperar para ver este projeto ganhar vida.
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